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  • Braulio Cruz

A Impressão 3D no campo da Medicina.

O conceito e as possibilidades da impressão 3D surpreendem a todos. Graças as impressoras 3D, hoje é possível construir próteses a um custo muito mais baixo, até mesmo produzir órgãos utilizando células do próprio paciente como base, o que derruba as taxas de rejeição. Estamos falando aqui de uma inovação tecnológica que promete revolucionar as ciências médicas e a vida de toda a sociedade.



A impressora 3D tem viabilizado não só a elaboração de novas abordagens terapêuticas, mas também a dinamização de procedimentos cirúrgicos, garantindo, dessa forma, um melhor prognóstico a muitos pacientes e um incremento na qualidade de vida. Veja a seguir, alguns dos principais usos desta tecnologia na Medicina.

Identificação de tumores: a materialização dos resultados de ressonâncias magnéticas, tomografias computadorizadas e ultrassonografias, proporciona melhor visualização dos achados radiológicos.Com a impressão detalhada dos órgãos em questão, os médicos conseguem identificar onde o tumor reside e inclusive analisar se há alguma artéria ou cavidade que esteja em contato com o mesmo.

Próteses: Sempre foram produtos caros e que dependiam de uma adaptação por parte dos pacientes, consumindo tempo e dinheiro. Com a impressão 3D, elas estão sendo criadas com um nível de personalização sem precedentes na área. O uso desta tecnologia permite, então, que sejam modeladas próteses com as dimensões específicas de cada paciente. A peça mais envolvida, nesse caso, consiste nos ossos, seja um único ou mesmo uma caixa torácica por inteiro.

Medicina Regenerativa: A impressão de tecidos e músculos humanos tem um futuro bastante promissor. A bioimpressão, como está sendo chamada, promete revolucionar a forma como acontecem os tratamentos de reconstituição e recuperação de pacientes. Com a possibilidade de replicar fielmente os órgãos e tecidos humanos complexos através da impressão 3D, o panorama da doação de órgãos e regeneração de tecidos humanos em ambientes hostis se torna promissor, tanto para médicos e pesquisadores quanto para pacientes.

Farmacologia: Por meio de uma impressora 3D, é possível determinar a dosagem específica de cada componente e princípio ativo presente em um medicamento (fármaco). Assim, é viável definir quantidades personalizadas para cada paciente, sendo muito útil em medicamentos de uso contínuo, como: anti-hipertensivos, anticonvulsivantes, de controle glicêmico, dentre outros. Outro ponto positivo é a capacidade de criação de remédios únicos com a união de diversos princípios ativos, permitindo assim tratamentos mais personalizados e efetivos para cada pessoa.

Transplantes: Ainda em fases de estudos e testes, pode-se concluir que, em um futuro próximo, as longas listas de espera para transplantes tendem a diminuir consistentemente após a impressão 3D de órgãos. Essa realidade figura como algo promissor para as próximas décadas. Para isso, o material utilizado para impressão deve ser células do organismo daquele paciente que irá receber o órgão, a fim de diminuir o risco de rejeição. Após feita a impressão, o tecido precisa ser cultivado em uma espécie de incubadora com o objetivo de adquirir a maturação necessária para concluir o transplante.

O campo da medicina é um dos que mais se beneficia com os avanços da tecnologia da manufatura aditiva (impressão 3D). Por meio de modelos 3D, intervenções cirúrgicas podem ser otimizadas, próteses personalizadas podem ser produzidas, o estudo de anatomia e os diagnósticos tornam-se mais fácies. Além disso, é a impressão 3D que têm tornado possível a elaboração de fármacos com características químicas e físicas especiais. Sem dúvidas, temos um futuro promissor pela frente.

Braulio Cruz

CEO Bravo

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